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      Segunda-feira, 18/02/2013




      Livro


      Peripécias de sírio que filmou Lampião são tema de "Benjamin Abrahão"




      15/02/2013 | 15:28 | Folhapress




       




      O livro “Benjamin Abrahão - Entre Anjos e Cangaceiros" é resultado de uma longa obsessão do historiador recifense Frederico Pernambucano de Mello, 65 anos.

      Desde os anos 1970 ele investiga sistematicamente a vida do aventureiro árabe Benjamin Abrahão (1901-1938). "É uma espécie de cachaça de pesquisador", brinca.

      Não é difícil entender o vício, ainda hoje sem sinais de ressaca. Embora não seja dos personagens mais conhecidos, Abrahão teve ligação direta com dois dos maiores mitos nordestinos do século 20: padre Cícero e Lampião.

      Repleta de momentos audaciosos e de verdadeiras tragédias, a vida dele daria água na boca de qualquer biógrafo.

      Ele desembarcou no Recife em 1915, ainda garoto, fugindo do alistamento militar obrigatório e da crise econômica em seu país, a Síria. Tinha em Pernambuco uns parentes, dedicados ao comércio.

      Dois anos depois impressionou o padre Cícero, ao mentir que nascera em "Belém, na terra de Jesus", e foi seu secretário em Juazeiro do Norte (CE).

      Após a morte do mítico sacerdote em 1934, dedicou-se então ao mais ambicioso de seus planos: filmar e fotografar Lampião e seu bando.

      A vida de Abrahão teve um fim abrupto em 1938, aos 37, quando foi assassinado com 42 facadas no sertão de Pernambuco. O crime nunca foi totalmente esclarecido.

      A relação entre o sírio e o rei do cangaço foi tema do filme "Baile Perfumado" (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, do qual Mello foi consultor.

      "Abrahão foi um aventureiro. Era um homem repleto de falhas, de poucos escrúpulos. Se fosse um herói não despertaria o meu interesse", conta.

      Um dos lendários golpes de Abrahão ocorreu em 1929. Para reforçar o faturamento de seu armazém, espalhou aos quatro cantos que o padre Cícero daria sua última bênção aos romeiros. A cidade foi invadida por fiéis, recepcionados pelo fiel secretário do padre e seu estoque de santinhos, escapulários e terços.

      Isso, porém, era quase nada perto do que ele esperava faturar com Lampião, celebridade internacional nos anos 1930.
      CAPA_V2_15
      Abrahão acompanhou o bando em meados de 1936, quando registrou, em fotos e filmes, a mais completa iconografia da história do cangaço. "Os filmes têm uma riqueza extraordinária. A sorte dele foi que Lampião era muito vaidoso, gostava de ser exibir", conta o historiador.

      Mas pouco depois um revés afastou a chance de fortuna. O governo Getúlio Vargas apreendeu o material em 1937, por "atentar contra os créditos da nacionalidade". O filme só voltou a circular em 1954, após a morte de Getúlio. O material está hoje na Cinemateca Brasileira.

      Durante suas pesquisas, Mello adquiriu o equipamento de filmagem e uma caderneta, escrita em árabe, em que Abrahão detalhava o convívio com os cangaceiros.

      Um dado em especial aplacou outra obsessão de Mello e de tantos outros historiadores --descobrir a real altura de Lampião. O rei do cangaço podia ser o gigante do sertão, mas, segundo o cinegrafista, não media mais do que 1,74 m.

      Veja mais sobre o livro aqui.


  • BENJAMIN ABRAHÃO no jornal O POVO
    • BENJAMIN ABRAHÃO nO JORNAL O POVO

       

       

       

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHÃO na FOLHA DE SÃO PAULO


    • 16/02/2013 - 03h37


      Crítica: "Benjamin Abrahão" impressiona por leveza e riqueza de detalhes




      PAULO CALDAS
      ESPECIAL PARA A FOLHA


      A vida espetacular do jornalista árabe Benjamin Abrahão foi mostrada no filme "Baile Perfumado", que dirigi com Lírio Ferreira.

      Peripécias de sírio que filmou Lampião são tema de livro

      O filme contou com a colaboração, na pesquisa histórica, do maior especialista em cangaço de que se tem notícia, o "cangacerólogo" Frederico Pernambucano de Mello, que agora traz à luz uma biografia detalhada, com a trajetória do curioso imigrante que entrou para a história do Brasil.

      Uma vida intensa, marcada por dois grandes episódios: primeiro, a sua convivência com padre Cícero, de quem foi secretário, amigo e confidente, nos últimos anos de vida do líder religioso.

      para sitwe

       

       

       

       

       

      Depois, o fato de ter sido o único a filmar Lampião e seu bando, registrando imagens de um documentário que nunca foi concluído, mas que deixou para as gerações futuras um incrível legado.

      Mello é um historiador incansável e apaixonado. O livro, fruto de uma pesquisa de muitos anos, descreve passo a passo a vida de Benjamin Abrahão, desde da sua chegada ao Brasil até sua morte. O rigor do pesquisador legitima a obra e nos remete a um Brasil que desapareceu.

      O livro traz um capítulo especial com 41 páginas de fotos da época. Transcendendo as palavras, nos levam a ver com os próprios olhos muitos dos episódios narrados. Trata-se de um material único.

      LEITURA LABIAL

      O que mais impressiona no livro, além da leveza do texto, são certos detalhes descobertos pelo historiador.

      Alguns episódios marcam o leitor. Mello, por exemplo, recorreu a um perito em leitura labial e nos apresenta as palavras pronunciadas por Lampião nas imagens mudas de Abrahão.

      Em uma das cenas, foi possível identificar que o líder cangaceiro, com seu punhal assassino na mão, falou: " Esse é para furar todo mundo. Muitas pessoas. Fura até o chifrudo!".

      CAPA_V2_15 A seguir, Mello comenta no livro: "Não é muito. Mas não são muitas as ocasiões onde o historiador parece alisar com as mãos os fatos que tanto persegue. Beber da fonte sem caneco. Ouvir Lampião, a bem dizer".

      Informações preciosas como estas fazem o trabalho de Mello chegar ao limite da obsessão. Sorte para quem ler "Benjamin Abrahão - Entre Anjos e Cangaceiros".

      PAULO CALDAS é cineasta e dirigiu, entre outros, os filmes "Baile Perfumado" (1997) e "País do Desejo" (atualmente em cartaz)

      BENJAMIN ABRAHÃO - ENTRE ANJOS E CANGACEIROS
      AUTOR Frederico Pernambucano de Mello
      EDITORA Escrituras
      QUANTO R$ 45 (352 págs.)
      AVALIAÇÃO ótimo

       

      Peripécias de sírio que filmou Lampião são tema de livro


      MARCO RODRIGO ALMEIDA
      DE SÃO PAULO

      O livro "Benjamin Abrahão - Entre Anjos e Cangaceiros" é resultado de uma longa obsessão do historiador recifense Frederico Pernambucano de Mello, 65.

      Crítica: "Benjamin Abrahão" impressiona por leveza e riqueza de detalhes

      Desde os anos 1970 ele investiga sistematicamente a vida do aventureiro árabe Benjamin Abrahão (1901-1938). "É uma espécie de cachaça de pesquisador", brinca.

      Não é difícil entender o vício, ainda hoje sem sinais de ressaca. Embora não seja dos personagens mais conhecidos, Abrahão teve ligação direta com dois dos maiores mitos nordestinos do século 20: padre Cícero e Lampião.

      Repleta de momentos audaciosos e de verdadeiras tragédias, a vida dele daria água na boca de qualquer biógrafo.

      Ele desembarcou no Recife em 1915, ainda garoto, fugindo do alistamento militar obrigatório e da crise econômica em seu país, a Síria. Tinha em Pernambuco uns parentes, dedicados ao comércio.

      Dois anos depois impressionou o padre Cícero, ao mentir que nascera em "Belém, na terra de Jesus", e foi seu secretário em Juazeiro do Norte (CE).

      Após a morte do mítico sacerdote em 1934, dedicou-se então ao mais ambicioso de seus planos: filmar e fotografar Lampião e seu bando.

      A vida de Abrahão teve um fim abrupto em 1938, aos 37, quando foi assassinado com 42 facadas no sertão de Pernambuco. O crime nunca foi totalmente esclarecido.

      A relação entre o sírio e o rei do cangaço foi tema do filme "Baile Perfumado" (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, do qual Mello foi consultor.

      "Abrahão foi um aventureiro. Era um homem repleto de falhas, de poucos escrúpulos. Se fosse um herói não despertaria o meu interesse", conta.

      Um dos lendários golpes de Abrahão ocorreu em 1929. Para reforçar o faturamento de seu armazém, espalhou aos quatro cantos que o padre Cícero daria sua última bênção aos romeiros. A cidade foi invadida por fiéis, recepcionados pelo fiel secretário do padre e seu estoque de santinhos, escapulários e terços.

      Isso, porém, era quase nada perto do que ele esperava faturar com Lampião, celebridade internacional nos anos 1930.

      Abrahão acompanhou o bando em meados de 1936, quando registrou, em fotos e filmes, a mais completa iconografia da história do cangaço. "Os filmes têm uma riqueza extraordinária. A sorte dele foi que Lampião era muito vaidoso, gostava de ser exibir", conta o historiador.

      Mas pouco depois um revés afastou a chance de fortuna. O governo Getúlio Vargas apreendeu o material em 1937, por "atentar contra os créditos da nacionalidade". O filme só voltou a circular em 1954, após a morte de Getúlio. O material está hoje na Cinemateca Brasileira.

      Durante suas pesquisas, Mello adquiriu o equipamento de filmagem e uma caderneta, escrita em árabe, em que Abrahão detalhava o convívio com os cangaceiros.

      Um dado em especial aplacou outra obsessão de Mello e de tantos outros historiadores --descobrir a real altura de Lampião. O rei do cangaço podia ser o gigante do sertão, mas, segundo o cinegrafista, não media mais do que 1,74 m.

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  • BENJAMIN ABRAHÃO no METRONEWS
    • benjamin no metronews4

       

       

       

       

       

       

       

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  • AQUELES LIVROS NÃO ME ILUDEM MAIS no Jornal do COMMERCIO
    • 24 de janeiro de 2013

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  • BENJAMIN ABRAHÃO na revista ISTOÉ
    • 30 de janeiro de 2013

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      Benjamin Abrahão ISTOÉ 2

       

       

       

       

       

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  • O MELHOR DE LA FONTAINE no METRO JORNAL
    • lafontaine revisitado

      18 de dezembro de 2012

       

       

       

       

       

       

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  • O MELHOR DE LA FONTAINE na revista PAIS E FILHOS
    • 9 de dezembro de 2012

      paisefilhos

       

       

       

       

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  • OS CARTAZES DESTA HISTÓRIA no JORNAL DA USP
    • Os cartazes no jornal da usp

       

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros no jornal O GLOBO
    • O Globo 1

       

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      O Globo 6

       

       

       

       

       

      O Globo 7

       

       

       

       

       

       

       

      O Globo 8

       

       

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  • OS CARTAZES DESTA HISTORIA na revista CARTA CAPITAL
    • 14 de novembro de 2012

      cartaca

       

       

       

       

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros na TV Globo
    • bh tv globo

       

       

       

       

       

      ‘Entre anjos e cangaceiros’ traz a biografia de Benjamin Abrahão, secretário particular de Padre Cícero, durante quase vinte anos, e fotógrafo autorizado a registrar Lampião, na década de 1930.
  • O MELHOR DE LA FONTAINE: FABULAS no DESTAK JORNAL
    • lo mejor

       

       

       

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  • OS CARTAZES DESTA HISTORIA na revista LINGUA PORTUGUESA
    • janeiro de 2013

      Os cartazes desta história na revista lingua portuguesa k Os cartazes desta história na revista lingua portuguesa k2

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros na REVISTA CARTA CAPITAL
    • Livro


      26.12.2012 13:52


      Mascate do cangaço




      Benjamin Abrahão – Entre Anjos e Cangaceiros
      Frederico Pernambucano de Mello
      Escrituras, 352 págs., R$45

      Quando ao lado do herói de sua façanha, Benjamin Abrahão anotava atentamente as impressões numa caderneta. Em português titubeante, deixava as sentenças menos comprometedoras. Para as que pudessem condená-lo, recorria à língua materna. O sírio emigrado ao Brasil em 1915, que se embrenhou no Nordeste para se tornar dois anos depois comerciante, secretário direto do Padre Cícero e documentarista, era sábio o bastante para não incorrer em faltas com Lampião, a quem acompanhou com uma câmera nos anos 1930. Dessas imagens já se tinha conhecimento, inclusive pelo filme Baile Perfumado (1997), primeira iniciativa a apresentar a figura desse mascate do cinema. No registro literário, chega agora estudo mais completo.

      img2 Em Benjamin Abrahão – Entre anjos e cangaceiros, o historiador Frederico Pernambucano de Mello usa escritos pessoais do personagem, inclusive com a tradução de trechos em árabe. Consegue, dessa forma, expor um ponto de vista não só pontual e pessoal do protagonista sobre as atividades e o cotidiano dos bandoleiros, mas iluminar figuras e fatos essenciais. Recolhe, por exemplo, como Abrahão enumerou os ferimentos que o capitão recebeu na lida costumeira, tudo em bom português, enquanto prefere seu primeiro idioma ao confirmar uma queixa e um reconhecimento de força superior por parte de um major que o persegue. Misturará as duas línguas quando faz referências ao cotidiano dos acampamentos, como um Lampião flagrado na máquina de costura.

      Assim como faltam páginas no diário de Abrahão, também sua trajetória pessoal tem lacunas. Do momento em que se estabelece em Juazeiro há sempre questões a serem esclarecidas. Nenhuma passagem é mais misteriosa do que sua morte por 42 punhaladas, aos 37 anos. De crime por vingança amorosa, a político, pela vítima saber das ligações entre Estado, rebeldes e fazendeiros ou por ofensa moral a um vendedor, há várias suspeitas. Um quadro para alimentar mitos em um fenômeno histórico que até hoje sobrevive deles.

  • LENDAS DOS FESTIVAIS CHINESES no jornal O FLUMINENSE
    • Lendas dos festivais chineses no jornal O Fluminense

       

       

       

       

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  • A MÚSICA DO FILME no ZERO HORA
    • 11 de julho de 2012

      a musica do filme no jornal zero hora_porto alegre

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros no JORNAL DO COMMERCIO
    • 13 de dezembro de 2012

      benjamin abrahão no jornal do commercio1

       

       

      benjamin abrahão no jornal do commercio22

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros na GAZETA DE ALAGOAS
    • 16 de dezembro de 2012

      BENJAMIN ABRAHÃO na GAZETA DE ALAGOAS 1

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros na GAZETA DO POVO
    • BENJAMIN ABRAHAO_Gazeta do Povo

      15 de dezembro de 2012

       

       

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      BENJAMIN ABRAHAO_Gazeta do Povo4

       

       

       

       

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  • OS CARTAZES DESTA HISTÓRIA no jornal METRO
    • xz cartazes

      17 de dezembro de 2012

       

       

       

       

       

       

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    • 13 de dezembro de 2012

      Cangaço


      Frederico Pernambucano de Mello lança biografia de Benjamin Abrahão


      Por anos Benjamin esteve como coadjuvante nas histórias e lembranças do universo do cangaço brasileiro. Livro é lançado nesta quinta (13), na Livraria Cultura



      Publicado em 13/12/2012, às 06h04


      Mateus Araújo





      Uma figura ambígua e ousada. Por muito tempo, o libanês Benjamin Abrahão (1901-1938) esteve como coadjuvante nas histórias e lembranças do universo do cangaço brasileiro, embora tenha papel fundamental para o registro desse período de violência e luta que marcou o Nordeste do País. Agora, sua vida é apresentada de forma ampla, mostrando sua influência na história nacional.

      A biografia deste homem imigrante que foi secretário do padre Cícero Romão e conseguiu fotografar e filmar a intimidade do bando de Lampião é recontada no livro Benjamin Abrahão: Entre anjos e cangaceiros (Escrituras Editora, 352 páginas, R$ 45), de Frederico Pernambucano de Mello, cujo lançamento acontece nesta quinta (13), às 19h30, na Livraria Cultura do RioMar.

      “Nas minhas pesquisas sobre o cangaço sempre me defrontei com um indivíduo importante para o arquivo visual daquela época. Benjamin registrou tudo em filme e fotos, mantidos nos arquivos da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, aos quais eu tive acesso. Benjamin deu gesto, movimento e voz labial à história de Lampião”, explica Frederico, que há 40 anos se dedica ao estudo do assunto e foi responsável pelo argumento do filme Baile perfumado, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas, sobre Benjamin.

      Em Entre anjos e cangaceiros, ele reconta a vida de Benjamin a partir de arquivos pessoais dados pela família do libanês, como um bloco de anotações e as suas câmeras, além da análise do filme e das fotografias. A partir do filme, inclusive, foi feita a leitura labial do próprio chefe do cangaço.

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      Benjamin chegou ao Recife em 1915, fugido da Primeira Guerra Mundial e do alistamento militar obrigatório que amedrontava os jovens da Síria. Em Pernambuco, morou com os tios, donos de lojas de ferramentas, nas quais ele trabalhou como representante comercial.

      Em uma das viagens ao interior, à cidade de Rio Branco (atual Arcoverde), ele conheceu um grupo de romeiros que seguia em destino ao Cariri, terra do padre Cícero. A identificação com as referências de Jerusalém despertou interesse no libanês, que depois passou a ser o secretário do famoso padre do interior cearense, em 1917.

      Foi quando assessorava padre Cícero que Benjamin teve o primeiro contato com Lampião. O cangaceiro foi ao Ceará oferecer ajuda ao religioso e ao povo do local na luta contra a Coluna Prestes. Em 1936, ele passou a acompanhar o bando e conseguiu fotografar e filmar o dia a dia deles, revelando o lado manso de Lampião, homem valente e violento.

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  • CONTOS & VINTÉNS no Jornal da USP
    • CONTOS & VINTENS no Jornal da USP

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  • BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros no DIÁRIO DE PERNAMBUCO
    • 12 de dezembro de 2012

      benjamin no diario de pernambuco completo

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  • AGARRA-ME O SOL POR TRAS- Colecao Ponte Velha no JORNAL RASCUNHO
    • agarra-me o sol por trás no jornal rascunho completo

       

       

       

       

       

       

       

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  • O MELHOR DE LA FONTAINE na RÁDIO JOVEM PAN
    • 11 de dezembro de 2012

      O melhor de La Fontaine na radio Jovem Pan

       

       

       

       

       

       

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  • FAUSTO na FOLHA DE SÃO PAULO
    • 8 de dezembro de 2012

      FAUSTO na FOLHA DE SAO PAULO

       

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • MARTE MORA EM SÃO PAULO no DIÁRIO DO NORDESTE
    • capa_marte.indd Marte Mora em São Paulo

      A girafa
      2012, 136 páginas
      R$ 27
      Daniel Perroni Ratto

      O livro do jornalista, poeta e músico exercita a imaginação a partir da "palavra caótica", trazendo elementos que nos levam aos seus paradoxos e suas aproximações surpreendentes ao urbano que parece lhe atordoar e amar. Como diz José Carlos Capinan, da Academia de Letras da Bahia, nas orelhas do livro, "os versos (de Daniel) enfrentam a guerra aberta nas ruas, pelo caminho em que encontra o desconhecido e a solidão, mas sempre com os olhos voltados para as paisagens que estão do lado de fora, mas que parecem construídas dentro dele".

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  • OS CARTAZES DESTA HISTÓRIA no site O GLOBO
    • 31 de outubro de 2012

      Livro reúne mais de 200 cartazes contra ditaduras na América Latina


      Valor Online


      "O povo escreve a História nas paredes" - o poema de Mário Lago é citado por Vladimir Sacchetta no início do livro "Os Cartazes desta História", que será lançado na próxima semana pelo Instituto Vladimir Herzog. São 243 imagens, provenientes de vários países (com destaque para o Brasil) e selecionadas entre quase 2.000. "O cartaz é um material muito efêmero. Você coloca na parede e ou a polícia arranca ou a chuva lava", diz Sacchetta, que divide a autoria do livro com José Luiz Del Roio e Ricardo Carvalho. "Mas houve uma intenção de preservá-los - tanto os que foram produzidos lá fora, durante o exílio, como os feitos no Brasil a partir da Lei da Anistia, promulgada em 1979 - para que essa história pudesse, um dia, ser contada." Um material hoje disponível em acervos como o da Unesp, o do Arquivo do Estado, o da PUC e o do Centro Cultural Vergueiro.

      Para apresentar a história por trás desses cartazes, foram elaborados seis capítulos. O primeiro é dedicado às resistências - "Talvez só mesmo um brasileiro exilado durante a ditadura militar possa ter a dimensão precisa do que significou se deparar, em alguma parede de um país estrangeiro, com um cartaz que manifestasse algum tipo de resistência ao regime de força instalado no Brasil em 1964", diz o texto. As páginas seguintes trazem, por exemplo, cartazes produzidos em Praga que pedem o fim da repressão no Brasil e outro que divulga uma palestra de Florestan Fernandes no Canadá.

      Vêm em seguida um capítulo sobre a anistia, um sobre os movimentos sociais, outro com foco em mulheres, trabalhadores e estudantes. O penúltimo traz imagens relacionadas à solidariedade, e uma delas é especialmente curiosa: trata-se de um convite para uma palestra do ex-preso político brasileiro Aton Fon Filho, na Associação Comercial de Londrina, que exibe a foto de um guerrilheiro armado e, ao pé da folha, o patrocínio da escola de inglês Fisk.

      O último capítulo reúne cartazes que remetem aos mortos e desaparecidos. "Esse é uma tarefa para a Comissão Nacional da Verdade. É uma página que ainda não foi escrita, muito menos virada", afirma Sacchetta.

      O livro conta com um ensaio de Chico Homem de Melo que comenta a linguagem visual adotada nessa produção. Referência obrigatória, a Revolução Russa deixou uma herança com dois tons diferentes, segundo Melo: as vanguardas construtivas (até o final dos anos 1920) e o realismo socialista (a partir dos anos 1930). Este último foi muito criticado, associado a um discurso autoritário, mas também foi muito influente. Melo identifica suas características, por exemplo, na obra do brasileiro Candido Portinari (1903-1962): "os trabalhadores são representados com braços e pernas grossos, pés e mãos grandes, semblantes austeros, verdadeiros símbolos de solidez e imponência".

      Mas a influência que aparece com mais força nos cartazes do livro, diz, é a do movimento de Maio de 68, que soube transformar a precariedade técnica em uma imagem que remetia a vigor e dramaticidade. "Cartazes produzidos a partir de recursos rudimentares ganham um sentido de urgência que, por si só, já é parte da mensagem a ser transmitida", escreve Melo, que cita ainda o design polonês e o cubano.

      "Os Cartazes desta História" (253 págs., R$ 90) integra o projeto "Resistir é Preciso...", que busca preservar a história da luta da imprensa durante a ditadura no Brasil (1964-1984) - o jornalista Vladimir Herzog foi torturado e morto pela ditadura em 1975. No ano passado, o instituto lançou "As Capas desta História", que tinha como foco a atuação da imprensa alternativa e clandestina entre 1964 e 1979, e a coletânea "Os Protagonistas desta História", composta por 12 DVDs com depoimentos de 60 jornalistas.

      Lançamento do livro "Os Cartazes desta História": 6/11, às 19h, na Livraria Cultura (av. Paulista, 2073, São Paulo)


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  • OS CARTAZES DESTA HISTÓRIA no VALOR ECONÔMICO
    • 31 de outubro de 2012

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  • AGENDAS E CALENDARIOS BRP 2013 no UOL - PORTAL PHOTOS
    • agendase ca brp

       

       

       

       

       
  • OS CARTAZES DESTA HISTÓRIA na FOLHA DE SÃO PAULO
    • os cartazes desta na folha

       

       

       

       

       

       

       

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  • GUIA DE SOBREVIVÊNCIA PARA O FIM DOS TEMPOS no DIARIO DO NORDESTE


    • Caderno 3











      Literatura

      O fantástico (fim do) mundo de Kelmer


      23.10.2012
      O escritor relança, em edição revisada, sua coleção de contos, "Guia de sobrevivência para o fim dos tempos"
      A capa e o título, aos desavisados, poderiam bem sugerir um livro de reflexões transcendentais, ou um manual profético-apocalíptico de dicas para sobreviver à onda gigante... "Guia de sobrevivência para o fim dos tempos", do cearense Ricardo Kelmer, não fosse por esse detalhe, a autoria, bem poderia ter esses direcionamentos.

      kelmer2 Radicado em São Paulo, Ricardo Kelmer é escritor, roteirista e letrista. Fez parte da banda Intocáveis Putz Band, sucesso na década de 1990, em Fortaleza

      Ateu confesso, entusiasta da arte, do amor, das relações livres, da cultura libertária e do uísque Jack Daniel´s, como ele mesmo se define, Kelmer lança à realidade paralela de seus contos lapsos de fantasias, confunde o leitor entre o delírio e o sobrenatural, e oferece doses precisas de humor, suspense e criticidade.

      O livro reúne nove histórias do escritor e está sendo reeditado, em versão revisada, pela Arte Paubrasil,. Escrito e publicado originalmente em 1997 (com uma segunda edição em 2000), a obra passou novamente pelo crivo de Kelmer que aproveitou estes 15 anos de vivências após o lançamento original para dar às histórias "a forma como deveriam ter sido contadas desde o começo. A forma final que eles mereciam", pontua o autor.

      "Alguns dos contos mudaram bastante, inclusive o final. Na época, eu escrevi dentro de um momento muito difícil, de crise pessoal, de valores, de identidade. Foi uma necessidade de me expressar, para poder segurar a onda da crise. Publiquei logo depois, não tive tempo de maturar as histórias", explica o autor.

      Histórias

      Habitando o limite entre o estranho, o fantástico e o maravilhoso, os contos transitam entre uma realidade completamente fantasiosa e outras, mais realistas, fundindo o cotidiano a elementos da fantasia.

      De Quixadá, ele narra o contato com o misterioso ancião "seo Pepeu", em "A vertigem", conto que intriga em torno da misteriosa habilidade do velho em achar objetos perdidos e sua, dita louca, relação com bichinhos mágicos.

      "Quando os homens não voltam para casa", outro que brinca com os limites entre o delírio, o irreal, e uma realidade fantástica, onde bruxas efetivamente existem e um mulher pode ver seu namorado roubado por uma princesa em um quadro de parede.

      A ficção científica norteia outros, como "Pequeno incidente em Hukat", este último envolvendo a descoberta por um integrante do "Projeto Sapiens de Monitoramento Planetário" de irregularidades que comprometem a evolução da espécie, inflamando uma rebelião contra Deus, um psico-computador.

      Bienal

      O lançamento da reedição está agendado para o dia 7 de novembro, em São Paulo. Em Fortaleza, Ricardo Kelmer lança a obra no início do próximo mês na X Bienal Internacional do Livro do Ceará (realizada de oito a 18 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará). A data dentro da programação, no entanto, ainda não foi divulgada. Parte dos contos pode ser lida na íntegra no blog do autor (blogdokelmer.wordpress.com).

      LIVRO

      Guia de sobrevivência para o fim dos tempos
      Ricardo Kelmer
      Arte Paubrasil
      2012, 224 páginas
      R$28

      FÁBIO MARQUES
      REPÓRTER

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  • GUIA DE SOBREVIVÊNCIA PARA O FIM DOS TEMPOS no site POVO
    • Guia de sobrevivencia para o fim dos tempos no site o povo

       

       

       

       

       

       

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  • YOLANDA na revista HARPERS BAZAAR
    • Yolanda na revista harpers bazaar

      Setembro/2012

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • REBELIÃO EM TORTONI no blog da REVISTA RECREIO
    • Rebelião em Tortoni


      Rebeliao em Tortoni_Revista Recreio

       

       

       

       

       

       

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  • O PÁSSARO DO SOL no blog da REVISTA RECREIO
    • Baseado em lenda indígena, “O


      Pássaro do Sol” é uma bela

      história sobre a invenção do fogo

      O PASSARO DO SOL no blog da REVISTA RECREIO 1O PASSARO DO SOL no blog da REVISTA RECREIO 2

       

       

       

       

       

       

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  • EDUCAÇÃO - PROJETOS E VALORES na REVISTA NOVA ESCOLA
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  • TERUKO ODA no site EDUCAR PARA CRESCER
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  • USO DE PENUMBRA - Colecao Ponte Velha no JORNAL RASCUNHO
    • uso da penumbra parte 1

      uso parte 2

       

       

       

       

       

       

       

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  • ORIGAMI, DARWIN E OS TRIANGULOS MAGICOS na REVISTA EDUCACAO
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  • DEZ ÍNTIMOS FRAGMENTOS DO INDECIFRÁVEL MISTÉRIO no JORNAL DO COMMERCIO
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  • DEZ ÍNTIMOS FRAGMENTOS DO INDECIFRÁVEL MISTÉRIO no DIARIO DE PERNAMBUCO
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  • DEZ ÍNTIMOS FRAGMENTOS DO INDECIFRÁVEL MISTÉRIO no JORNAL DO COMERCIO
    • Dez intimos_ Jornal do Comercio-Recife

       

       

       

       

       

       

       

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  • QUADRILHA no Jornal RASCUNHO
    • Julho de 2012


      quadrilha no jornal rascunho

       

       

       

       

       

       

       

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  • TABUA no CORREIO*
    • 10 de julho de 2012


      Autor baiano lança romance de estreia em Salvador, hoje


      Administrador com MBA em Finanças, dois mestrados na área e que trabalha em um projeto científico em Psicologia na Universidade de Luxemburgo... agora, romancista


      tabua no correio

      Administrador com MBA em Finanças, dois mestrados na área e que trabalha em um projeto científico em Psicologia na Universidade de Luxemburgo. Além desse currículo, o baiano Carlos Tourinho de Abreu, 34 anos, inclui, a partir de agora, a profissão de romancista. Ele lança nesta terça (10) seu primeiro livro, Tabua (Editora Escrituras, R$ 33/272 págs.) na Livraria Saraiva do Salvador Shopping, às 19h.

      A história, ambientada nos anos 80 e recheada de reviravoltas, conta a trajetória do personagem Guina, que nasce no interior da Bahia e leva uma vida miserável. Aos 9 anos, após uma tragédia, sai em busca de novos horizontes. Primeiro vai para Serra Pelada, famosa região de garimpo no Pará. Termina em São Paulo, onde vira matador de aluguel. Vive sua redenção no final.

      O nome do livro vem do tipo de vegetação que nasce em regiões alagadas. É na beira de um lago, cheio de tabuas, que Guina encontra alento, quando criança, para os sofrimentos na mão de um latifundiário.
      A obra tem tom de denúncia, explica o autor. “Ia muito no interior quando pequeno, e sempre me comovi com a miséria. A sensação é que nada mudou. A minha obra é uma ficção, mas inspirada em fatos que acontecem no país todos os dias, aqui, na sexta economia do mundo”, afirma.

      Antepassados
      A literatura sempre esteve presente na vida do soteropolitano. Quando criança, gostava de escrever poemas. Na adolescência, era a vez das letras de músicas. Carlos já escreveu outro livro de ficção, Horizontes Medievais, ainda não publicado. Tabua pode ser comprado na Livraria Saraiva e no www.carlostourinhodeabreu.com.br, onde é possível ler o primeiro capítulo do livro. Tourinho já terminou a terceira obra, ainda sem título.
      “Estou procurando uma editora. Esse novo livro fala da relação do povo do sertão da Bahia com os seus antepassados índios, africanos e, principalmente, europeus, chegados ao Brasil na última grande migração do fim do século 19”, afirma o baiano, cujo maior sonho é, um dia, viver só das letras.

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  • LUA E SOL na REVISTA CIENCIA HOJE DAS CRIANCAS
    • lua e sol na revista ciencia hoje das crianças

       

       

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  • A CABECA CALVA DE DEUS - Colecao Ponte Velha no JORNAL RASCUNHO
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  • O HOMEM QUE SABIA A HORA DE MORRER no JORNAL RASCUNHO
    • o homem que sabia a hora de morrer no jornal rascunho

       

       

       

       

       

       

       

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  • GUERREIROS DO SOL no Estado de Sao Paulo
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  • A VIDA DE JOHN LENNON na Revista Ronnie Von
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  • MINHA RELIGIAO NO JORNAL RASCUNHO
    • minha religiao no jornal rascunho maio/2012

       

       

       

       

       

       

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  • O PASSARO DO SOL na Folha de São Paulo
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  • PASTORES DE VIRGILIO no site O Globo
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  • ROLLING STONES: 50 anos de rock na FOLHA DE SAO PAULO - ILUSTRADA_27-05-12
    • Folha de São Paulo - Ilustrada

       

       

       

       

       

       

       

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  • GUERREIROS DO SOL e ESTRELAS DE COURO na REVISTA CARTA CAPITAL
    • Revista Carta Capital Revista Carta Capital2Revista Carta Capital3

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • ROLLING STONES: 50 anos de rock no CORREIO BRAZILIENSE
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  • ROLLING STONES: 50 anos de rock no jornal METRO
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  • EM TORNO DE JOAQUIM NABUCO na FOLHA DE SAO PAULO
    • Nabuco absoluto




      DE SÃO PAULO


      A atuação de Joaquim Nabuco (1849-1910) como político, diplomata e homem de letras é objeto de livros, ensaios e documentário, lançados por ocasião de seus cem anos de morte.

      A presença de seu pensamento transcende o teor protocolar da efeméride e se impõe como chave de interpretação do Brasil do século 21.

      Leia na edição impressa do caderno Ilustríssima (5/12) artigo da professora de sociologia na USP e pesquisadora do Cebrap Angela Alonso sobre as obras dedicadas a Nabuco lançadas neste ano.

      Leia ainda, clicando aqui , texto de Angela Alonso sobre Joaquim Nabuco e a rede abolicionista transnacional, publicado originalmente na revista "Novos Estudos", edição 88 (Cebrap, 216 págs., R$ 20), que traz dossiê dedicado ao abolicionista.






      CRÍTICA

      Nabuco absoluto

      Balanço de uma efeméride

      RESUMO
      A atuação de Joaquim Nabuco (1849-1910) como político, diplomata e homem de letras é objeto de livros, ensaios e documentário, lançados por ocasião de seus cem anos de morte. A presença de seu pensamento transcende o teor protocolar da efeméride e se impõe como chave de interpretação do Brasil do século 21.

      ANGELA ALONSO

      "NÃO É VERDADE que a nossa gente esquecesse V.; falamos muita vez a seu respeito e recordamos dias passados." Assim Machado de Assis, em carta de 1º de agosto de 1908, aplacava a queixa de seu dileto Joaquim Nabuco, que vivia, e logo morreria, em Washington, em intensa saudade dos amigos e do país. Machado estava, como sempre, certo. Ninguém se esqueceu de Nabuco. Muito pelo contrário. Um século depois de sua morte, está lá, bem posto, no panteão de ícones nacionais.
      De tempos em tempos, as nações inventam heróis, como Tiradentes, promovido de insurreto a ídolo republicano no finzinho do Império, e Zumbi, recentemente sacramentado. Nabuco não foi desses, primeiro nublados, para então ganhar incenso; foi celebrado por coetâneos e pósteros.
      O Google atesta sua imorredoura popularidade: Nabuco nome de faculdade, de rua, de cidade. Nabuco estátua, prêmio, cátedra. Nabuco em exposição, em cordel, em música -de Caetano Veloso. Nabuco "darling" da esquerda e da direita.
      Por que será?

      MÉRITOS Em larga medida, Nabuco sobrevive por seus méritos. Personalidade cativante; estrela da campanha pela Abolição da escravidão; intelectual de primeiro time, nas letras, na história, no ensaísmo; diplomata modelo, que fez bonito entre os estrangeiros, sem deixar de atinar para as singularidades brasileiras.

      Homem completo, Nabuco não foi o tipo com bala única na agulha. Tinha carteira cheia de qualidades e delas lançou mão conforme suas circunstâncias. Inventou-se e reinventou-se, consagrado em todos os campos pelos quais se aventurou.
      Começou dândi, dedicado à elegância, aos versos e às conquistas amorosas, logo reconhecido gentleman de primeiro naipe da sociedade aristocrática. Ascendeu então a líder abolicionista, respeitado no Parlamento e ungido pop star da causa, com seu nome em cigarros, chapéus, cervejas, ovacionado em teatros e ruas.

      Mas a carreira política ruiu com o Império. Recusando-se a aderir à República, usou o ostracismo político para se recriar como intelectual monarquista. Consagrou-se historiador com "Um Estadista do Império - Nabuco de Araújo: sua Vida, suas Opiniões, sua Época", seu livro mais aclamado em vida. Fincou um pé no ensaio e pôs o outro na literatura, ajudando o amigo lá do começo da nossa conversa a arquitetar a Academia Brasileira de Letras.

      Trocou os livros pelo grande mundo, em 1899, aceitando missão diplomática primeiro na Europa, depois, em Washington. Primeiro embaixador nosso entre os ianques, uma vez mais se repaginou: virou panamericanista, propalando a aproximação do Brasil com os Estados Unidos, em conferências que lhe restituíram por lá o calor do público que já obtivera aqui.

      Tantos feitos forjaram uma reputação. Ou melhor, várias: Nabuco sedutor irresistível, Nabuco político radical, Nabuco intérprete do Brasil, Nabuco embaixador cosmopolita. Mas, ao contrário do que a unanimidade de 2010 encaminha supor, seu lugar no panteão nacional não esteve sempre assegurado.
      Em torno de Joaquim Nabuco_300dpi

      FREYRE É o que se entrevê nos ensaios curtos e saborosos de outro incensado do ano, Gilberto Freyre, coligidos sob o título "Em Torno de Joaquim Nabuco" [A Girafa, 336 págs., R$ 35]. São peças que, para ficar no vocabulário freyriano, leem-se gostosamente. Freyre sabe o que diz e sabe dizer. Sua admiração meio devocional, algo narcísica, não atrapalha seu olho inteligente de levantar lebres sobre personalidade, carreira, contexto e ideias de Nabuco que são o pilar de todas as interpretações posteriores.

      Mas o editor Edson Nery da Fonseca, que sabe tudo de Freyre e de Pernambuco, podia nos ter dado apresentação mais comprida, esclarecendo os critérios de seleção (por que ficou de fora "Joaquim Nabuco e as Reformas Sociais", aliás, prefácio da reedição de "O Abolicionismo", publicado este ano pela BestBolso?) e o contexto dos textos, muitos garimpados em jornal.

      Organizados cronologicamente, os ensaios descortinariam o intuito de Freyre ao escrevê-los: 1949 era o centenário de nascimento de Nabuco e de Rui Barbosa, mas, enquanto para o segundo se planejavam celebrações oficiais, o primeiro estava de escanteio.

      Verdade que Carolina Nabuco escrevera biografia recatada do pai e um ou outro livro sobre Nabuco vinha pingando, mas suas obras circulavam pouco e a memória de seus feitos desbotava. Foi quando Gilberto Freyre lançou verdadeira operação de consagração, como mostram seus ensaios de 1947 a 1950. Como Nabuco, Freyre tinha dupla âncora, de intelectual e de político.

      Deputado federal, amealhou recursos públicos para celebrações, instigou Luiz Vianna Filho a produzir nova biografia (publicada em 1949), fomentou a publicação das obras completas (que até hoje não o são) e coligiu discursos parlamentares de Nabuco -um dos mais alentados artigos de "Em Torno de Joaquim Nabuco" é justo a apresentação de tal volume.

      Freyre fuçou ainda diário, cartas, fotos- aliás, são muito inspirados os ensaios sobre o retratos de Nabuco, espécie de sociologia da fotografia "avant la lettre". São diversos ângulos para valorizar ora a pessoa, ora as ideias, ora as ações do "gigante" Nabuco, candidato forte a ícone nacional na comparação com o "cacogênico" Rui Barbosa.

      Esse toque panegírico, somado à sua qualidade de escritos de ocasião (para solenidades, jornais, prefácios etc.), gera repetição -com o que o frequentador de Freyre está acostumadíssimo. Mas a reiteração aqui é calculada para incutir no leitor a sensação da grandeza de Nabuco.
      Operação bem-sucedida. Gilberto Freyre emplacou não só celebrações do centenário de nascimento, como uma organização para zelar por sua memória: a Fundação Joaquim Nabuco.

      CRAQUES A grandeza de Nabuco é também o ponto no volume caprichado, tipo craque por outro craque, organizado por Evaldo Cabral de Melo. A norma de seleção de textos não foi dar um pouco de tudo, mas muito do que é bom, como diz o título: "Joaquim Nabuco Essencial" [Penguin Companhia, 632 págs., R$ 32].

      Cabral de Melo espremeu o sumo de Nabuco, juntando numa só caixa todos os diamantes. A começar por "Massangana", texto mais lírico, mais lindo e mais lido de Joaquim Nabuco. Esse capítulo de "Minha Formação" traz a narrativa nabuquiana de sua formação na sociedade escravista e das razões subjetivas para sua conversão ao abolicionismo.

      Afora essa abertura, a coletânea anda cronologicamente. Do magistral "O Abolicionismo" há trecho gordo, com a famosa caracterização da escravidão como instituição total, estruturando economia, sociedade, política e cultura nacionais.

      Vêm depois discursos da memorável campanha eleitoral de 1884, quando Nabuco bateu no latifúndio, e dois de três panfletos de 1886, com chispas ao Partido Conservador, que barrava a maré abolicionista.

      A Abolição é, então, o eixo dessa primeira parte do volume, na qual há um estranho no ninho: o projeto de monarquia federativa, ao qual Nabuco se agarrou, como monarquista antes que abolicionista, durante o naufrágio do regime.

      REPÚBLICA A segunda parte alberga excertos dos livros do começo da República sob o título "textos políticos e historiográficos", dando a impressão de que os "textos abolicionistas" iniciais seriam talvez menos políticos. Outra rubrica possível seria "textos monarquistas", pois os gêmeos "Balmaceda" (reeditado pela Cosac Naify em 2008) e "A Intervenção Estrangeira Durante a Revolta de 1893" são, a um só tempo, reconstrução historiográfica e elogio político do Império.

      "Trabalhos de história imediata", é verdade, mas também combate a Floriano Peixoto e seus sequazes, do ângulo de um monarquista enlutado com a derrota para os republicanos na Revolta da Armada (1893-94).

      Esses livros saíram encavalados com "Um Estadista do Império", obra magna de Nabuco, ainda imbatível na historiografia do Segundo Reinado [1840-89]. Cabral de Melo meticulosamente pinçou nessa obra enorme, forrada de documentos, repartida em seções meio autônomas, os trechos certos para dar ao leitor preguiçoso de enfrentar suas mais de mil páginas um compacto de 180 e poucas, sem macular estilo, fontes e argumentos.

      A seleta, então, honra seu nome, dando a essência de Nabuco. Mas, restrita às grandes obras, a triagem confere tom de coerência, acabamento e propósito a seu pensamento. Textos "menores", como "Camões e os Lusíadas"; "LOption", drama em versos; "Foi Voulue", de reflexões católicas; e "Pensées Detachées et Souvenirs", seu livro de moral, como os títulos em francês denunciam, dariam ao leitor o lado empoado de Nabuco, seus excessos, seu traço de oitocentista -enquanto "O Direito do Brasil" seria atrativo para diplomatas e demais interessados em questões de fronteiras.

      A esses títulos falta decerto o brilho que sobra nos que o editor privilegiou, mas eles iluminariam dilemas, titubeios e escolhas políticos e intelectuais de seu autor. Sem eles, esmaecem-se as contradições de Nabuco, delatadas que estão na foto da capa, uma de suas últimas. Ali, de costas para o motorista de origem africana, o abolicionista foi flagrado em pose senhorial.

      DIPLOMATA O fecho desse volume, com três conferências de Nabuco nos Estados Unidos, faz ponte com dois outros, enfocando o diplomata. Depois de resistir à República por uma década, Nabuco tornou-se chefe da legação brasileira em Londres e, depois, primeiro embaixador nosso entre os ianques, empenhado em aproximá-los de nós. Esse seu "panamericanismo" fez sucesso num tour por universidades norte-americanas.
      O centenário de sua passagem por Yale e Wisconsin foi o mote de professores dessas universidades, respectivamente Kenneth David Jackson e Severino J. Albuquerque, para armar dois livros numa única caixa: "Conferências sobre Joaquim Nabuco - Joaquim Nabuco em Yale, Centenário das Conferências na Universidade, Ensaios Comemorativos" e "Conferências sobre Joaquim Nabuco - Joaquim Nabuco e Wisconsin, Centenário da Conferência na Universidade, Ensaios Comemorativos" [Bem-Te-Vi, 708 págs., R$ 118].

      Albuquerque organizou seu volume sobretudo com diplomatas e brasileiros radicados em universidades norte-americanas, dando um caldo variado: o Nabuco abolicionista (Jeffrey Needell), o estilista (Pedro Meira), o acadêmico e diplomata (Daine Paige, Alfred Boll). Vale ler aí Steven Topik comparando a reputação de Nabuco na diplomacia com o esquecimento de seu amigo e antecessor na representação brasileira em Washington, Salvador de Mendonça.

      No volume sob o pulso de Jackson, os anos norte-americanos de Nabuco são o foco principal, caso da análise refinada das conferências de Nabuco pelo próprio Jackson. Já Leslie Bethell, autoridade no fim do tráfico de escravos para o Brasil, e John Schulz, especialista na crise fiscal da Abolição, derivaram para os anos abolicionistas, enquanto Marco Aurélio Nogueira e Jeffrey Needell preferiram corte transversal, um acompanhando as ideias, o outro as ações de Nabuco, ao longo de sua vida pública.

      INTELECTUAL ORGÂNICO Nogueira relançou também "O Encontro de Joaquim Nabuco com a Política - As Desventuras do Liberalismo" [Paz e Terra, 336 págs., R$ 48], repaginando livro publicado em 1984. O argumento central, gramsciano, permanece: o Nabuco abolicionista seria o grande pensador do nosso liberalismo, intelectual orgânico, consciência-limite de seu tempo.

      Em novo prefácio, o autor dialoga com a tese alternativa, de Ricardo Salles ("Joaquim Nabuco, um Pensador do Império", Topbooks, 2002), que vê Nabuco antes como intelectual tradicional, de corte conservador. Nogueira pontua confluências, mas as interpretações, rigorosas e vigorosas ambas, são sobretudo contrastantes, uma puxando Nabuco para a praia modernizadora, outra, para a tradicionalista.

      No dossiê Joaquim Nabuco que a revista "Novos Estudos Cebrap" [R$ 20; também disponível on-line, em novosestudos.uol.com.br] acaba de pôr na rua, Nogueira também comparece. A figura do intelectual orgânico é agora estendida para abarcar o Nabuco monarquista e diplomata e frisar uma unidade em seu pensamento, que é então usado para discutir a agenda brasileira contemporânea.

      Leslie Bethell, ao contrário, ressalta oscilações de Nabuco, que foi primeiro europeísta, avesso aos Estados Unidos, e chegou ao fim da vida ardoroso panamericanista, mantendo, não obstante, visão perenemente negativa da América espanhola.

      Nesse dossiê escrevo também eu, mostrando como Nabuco manejou "apoio externo contra resistência interna", ao construir vínculos com a mobilização extraparlamentar e com a rede abolicionista transnacional do final do século 19 para pressionar o Parlamento a fazer a Abolição [leia a íntegra do artigo em folha.com/ilustrissima].

      NO PRELO Ainda há o que ser desovado antes que a efeméride se acabe. Bethell e José Murilo de Carvalho (que já editaram a correspondência de Nabuco com abolicionistas ingleses) preparam, em trio com Cícero Sandroni, volume com artigos do Nabuco correspondente estrangeiro (pela editora da ABL). Já K. David Jackson organizou -com esta que vos escreve- coletânea com ensaios resultante de seminário USP/Yale, focalizando os tempos pós-abolicionistas de Nabuco ("Nabuco e a República", pela Topbooks, no prelo).

      Não bastasse, Nabuco saltou para além dos livros. A Biblioteca Brasiliana USP (brasiliana.usp.br), dirigida por Pedro Puntoni, está pondo na internet todo o Nabuco de seu acervo, com apresentação e comentários meus para cada obra. Há aí preciosidades cavadas por Mindlin, como "Amour et Dieu", as poesias em francês do jovem Nabuco.

      Enfim, há Nabuco por todos os lados. Celebrações em Nova York e no Recife, no Rio e em Roma, em Washington e Londres, em Caxambu e até mesmo na telinha. Alto, bonito, charmoso, teria dado um galã. A TV não chegou a tempo de captar seu carisma, mas fala dele pela boca de especialistas e políticos, que comentam obra, figura, contexto e legado no documentário "Nabuco.doc", dirigido por João Carlos Fontoura, para a TV Senado (o site do Senado promete disponibilizar o vídeo na íntegra em www.senado.gov.br/noticias/tv/hotsites/nabuco/default.html).

      Nabuco virou unanimidade. Seu lado vaidoso se comprazeria. Mas, em vida e obra, preferiu sempre a polêmica. Foi abolicionista contra os escravocratas, monarquista contra os republicanos, panamericanista contra europeístas e latino-americanistas, cosmopolita contra os provincianos. Gentleman sim, mas fazendo finca-pé de suas opiniões. Cultivava seguidores, mas adquiria inimigos. Acostumado a ser dissonante, se aportasse entre nós agora, talvez estranhasse a louvação uníssona. Ao contrário do amigo Machado, preferiria a controvérsia.

      Freyre sabe o que diz e sabe dizer. Sua admiração meio devocional, algo narcísica, não atrapalha seu olho inteligente de levantar lebres sobre personalidade, carreira, contexto e ideias de Nabuco

      A grandeza de Nabuco é também o ponto no volume caprichado, tipo craque por outro craque, organizado por Evaldo Cabral de Melo. A norma de seleção de textos não foi dar um pouco de tudo, mas muito do que é bom

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      No volume sob o pulso de Jackson, os anos norte-americanos de Nabuco são o foco principal, caso da análise refinada das conferências de Nabuco pelo próprio Jackson

      Nabuco virou unanimidade. Seu lado vaidoso se comprazeria. Mas preferiu sempre a polêmica. Foi abolicionista contra os escravocratas, monarquista contra os republicanos.

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  • REBELIAO EM TORTONI no blog da REVISTA RECREIO
    • 24 de junho de 2012

      rebeliao em tortoni na revista recreio

       

       

       

       

       

       

       

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  • O ZOO DE JOAQUIM na Revista Crescer
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  • GIRAFINHA no UOL CRIANCA
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      eu apago a luz no uol crinaças

       

       

       

       

       

      eu separo o lixo no uol crinaças

       

       

       

       

       

      eu adoro chocolate no uol crinaças
  • PING PONG no jornal O ESTADO DE S. PAULO
    • felipe na china

      A China das Olimpíadas e das surpresas


      O jornalista Felipe Machado autografa hoje o livro Ping Pong, misto de guia turístico e diário concebido no período dos jogos



      Quando o jornalista Felipe Machado foi à China, em agosto, para cobrir as Olimpíadas, não esperava encontrar uma cultura tão diferente. "Já havia estado no Japão e achava que lá era o lugar mais estranho e exótico que podia existir", ele diz. "Mas a China ganha de longe - o Japão é muito mais normal", continua. A experiência de um mês do editor de multimídia do Estado foi registrada no livro Ping Pong - Chinês Por Um Mês, As Aventuras de Um Jornalista Brasileiro pela China Olímpica, que será lançado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, às 19 h de hoje.


      O formato do livro chama logo a atenção - a capa é feita de plástico vermelho, com letras douradas, e tem uma foto do autor. No miolo, aparecem mais fotos coloridas de Felipe Machado e de flagrantes curiosos da cultura chinesa (são 64 páginas com imagens tiradas por Nilton Fukuda, fotógrafo do Estado). "A idéia veio na hora em que bati os olhos no lendário Pequeno Livro Vermelho, do Mao Tsé-tung, espécie de bíblia do comunismo com os pensamentos do líder chinês", diz. "Achei que seria interessante brincar com os pensamentos do Mao, ícone chinês que promoveu a Revolução Cultural, ainda mais no momento em que a China passava por outra revolução, A Revolução Olímpica." Segundo Felipe Machado, a única diferença é que o seu ganhou o apelido de "Pequeno Livro do Bem".

      Na cobertura multimídia, estava incluído o blog de Felipe Machado, abastecido com informações diárias. Os textos ali publicados, depois de editados, com corte de informações datadas e inclusão de outras, compõem Ping Pong. "Além da velocidade com que a economia chinesa cresce, onde se dá a mistura de arquiteturas tradicionais, prédios quadradões soviéticos e arranha-céus de starchitects, me impressionou muito a diferença cultural encontrada nas pequenas coisas do dia-a-dia, da comida às baladas."

      Ping Pong é uma mescla de guia e diário, em que convivem lado a lado gastronomia, hotéis, centros comerciais, parques, zoológico, etc. "Achei que seria interessante trazer o serviço de lugares que visitei, porque aí o livro não ficaria apenas como um diário." Algumas normas de comportamento recomendáveis para qualquer turista e dicas sobre situações cotidianas, como pedir uma cerveja em chinês ou bater um papo com o taxista, foram incluídas.

  • PING PONG na FOLHA DE SAO PAULO
    • Ping-pong_Folha de SP

       

       

       

       

       

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  • PING PONG na REVISTA IMPRENSA
    • Pingpong-imprensa Revista Imprensa_pingpong
  • PING PONG no MEIO & MENSAGEM
    • M&M-PingPOng-1

       

       

       

       

       

       

       

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  • PING PONG - Felipe Machado no MANHATTAN CONNECTION
    • felipe machado a gnt 2 felipe machado na gnt

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

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  • PING PONG - jornalista Felipe Machado na TV GLOBO - PROGRAMA DO JO
    • felipe machado no programa do jo O JORNALISTA FELIPE MACHADO, AUTOR DO BLOG "PALAVRA DE HOMEM" NO PORTAL ESTADÃO, TRANSFORMOU EM LIVRO AS HISTÓRIAS QUE VIVEU ping pong programa do joDURANTE A COBERTURA DAS OLIMPÍADAS DE PEQUIM. "PING PONG - CHINÊS POR UM MÊS" FOI PUBLICADO PELA EDITORA ARTE PAUBRASIL. FELIPE JÁ TINHA ESTADO NO PROGRAMA TRÊS VEZES COM SUA BANDA, QUE FEZ MUITO SUCESSO NOS ANOS 90, DURANTE A ENTREVISTA, ELE CONTOU AS AVENTURAS QUE VIVEU EM PEQUIM, COMO A CARONA NA GARUPA DA BICILETA DE UMA GAROTA CHINESA PARA TENTAR RECUPERAR O CELULAR QUE HAVIA ESQUECIDO EM UM TÁXI. FELIPE FALOU AS FRASES BÁSICAS QUE APRENDEU A DIZER EM MANDARIM. IMAGENS DO JORNALISTA EM PEQUIM FORAM MOSTRADAS NO TELÃO, E TAMBÉM CENAS DO DOCUMENTÁRIO QUE ELE DIRIGIU SOBRE A CENSURA AO ESTADÃO DURANTE A DITADURA, "MORDAÇA NO ESTADÃO".

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  • KIRYRI no jornal O GLOBO
    • kiryri no jornal o globo

       

       

       

       

       

       

       

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  • AQUELES LIVROS NAO ME ILUDEM MAIS no Jornal do COMMERCIO
    • 24 de janeiro de 2013

      Aqueles livros não me iludem mais no jornal do Commercio 2 menor

       

       

       

       

       

       

       

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  • INSIDE OUT: a verdadeira história do Pink Floyd no CORREIO BRAZILIENSE
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  • INSIDE OUT: a verdadeira história do Pink Floyd na REVISTA BILLBOARD
    • inside out na revista billboard

       

       

       

       

       

       

       

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